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	<title>Meu Bolso</title>
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	<description>Finanças, dinheiro e notícias do mundo economico</description>
	<pubDate>Tue, 01 Jul 2008 17:25:53 +0000</pubDate>
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  <title>Meu Bolso</title>
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		<title>Mercado financeiro brasileiro acredita que a inflação em 2008 deve ficar próxima ao teto da meta</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Jul 2008 17:23:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gumelo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<category><![CDATA[Mercado financeiro]]></category>

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		<description><![CDATA[	O mercado financeiro brasileiro acredita que a inflação em 2008 deve ficar próxima ao teto da meta definida pelo governo, mostrou pesquisa divulgada nesta segunda-feira.
	
	No levantamento semanal feito pelo Banco Central, os analistas consultados elevaram para 6,30%, ante 6,08%, a estimativa para a variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2008.
	
	A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p class="MsoNormal">O mercado financeiro brasileiro acredita que a inflação em 2008 deve ficar próxima ao teto da meta definida pelo governo, mostrou pesquisa divulgada nesta segunda-feira.</p>
	<p class="MsoNormal">
	<p class="MsoNormal">No levantamento semanal feito pelo Banco Central, os analistas consultados elevaram para 6,30%, ante 6,08%, a estimativa para a variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2008.</p>
	<p class="MsoNormal">
	<p class="MsoNormal">A meta de inflação deste ano é de 4,5%, com margem de variação de 2 pontos percentuais, para cima ou para baixo. O teto da meta, portanto, é de 6,5%.</p>
	<p class="MsoNormal">
	<p class="MsoNormal">O Banco Central, em seu Relatório de Inflação do segundo trimestre - divulgado na semana passada -, elevou para 6 por cento sua estimativa para a alta do IPCA em 2008 e afirmou que existe 25% de chance do teto da meta ser ultrapassado.</p>
	<p class="MsoNormal">
	<p class="MsoNormal">O cenário traçado pelos economistas ouvidos pelo BC para a inflação em 2009 é melhor, mas ainda assim segue sendo elevado semanalmente. De acordo com o mais recente levantamento, as projeções indicam uma inflação de 4,80%, ante 4,78% projetados na pesquisa anterior.</p>
	<p class="MsoNormal">
	<p class="MsoNormal">O BC estima uma alta de 4,7% para o IPCA no próximo ano, segundo dados do Relatório de Inflação.</p>
	<p class="MsoNormal">
	<p class="MsoNormal">A meta para 2009 também é de 4,5%, com margem de variação de 2 pontos percentuais.</p>
	<p class="MsoNormal">
	<p class="MsoNormal">Nesta segunda-feira, o Conselho Monetário Nacional (CMN) se reúne para definir a meta de 2010. Economistas consultados pela Reuters acreditam que ela deve repetir o que foi fixado nos últimos anos.</p>
	<p class="MsoNormal">
	<p class="MsoNormal">O levantamento semanal do BC mostrou ainda que a estimativa para o patamar da taxa de juro ao final do ano ficou mantido em 14,25%, mas a previsão para dezembro de 2009 foi elevada de 13,00% para 13,50%.</p>
	<p class="MsoNormal">
	<p class="MsoNormal">Isso significa que a taxa de juro deve ficar em patamar elevado por mais tempo do que o anteriormente previsto. A queda, quando iniciada, será mais gradual.</p>
	<p class="MsoNormal">
	<p class="MsoNormal">Em termos de crescimento econômico, as projeções dos analistas não sofreram alterações. Em 2008, o Produto Interno Bruto (PIB) do país deve crescer 4,80 por cento. Para o próximo ano, a estimativa é uma expansão de 4%.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Leilão de energia específico para usinas eólicas</title>
		<link>http://meubolso.com/leilao-de-energia-especifico-para-usinas-eolicas/</link>
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		<pubDate>Tue, 01 Jul 2008 17:22:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gumelo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<category><![CDATA[energia]]></category>

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		<description><![CDATA[	O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, confirmou a realização de um leilão de energia específico para usinas eólicas, como pleiteavam investidores e associações do setor elétrico. &#8220;Será um leilão específico para usinas eólicas, a ser realizado no primeiro semestre de 2009&#8243;, afirmou Lobão durante evento promovido pelo Grupo de Líderes Empresariais (Lide).
	A realização [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p class="MsoNormal">O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, confirmou a realização de um leilão de energia específico para usinas eólicas, como pleiteavam investidores e associações do setor elétrico. &#8220;Será um leilão específico para usinas eólicas, a ser realizado no primeiro semestre de 2009&#8243;, afirmou Lobão durante evento promovido pelo Grupo de Líderes Empresariais (Lide).</p>
	<p class="MsoNormal">A realização de um leilão específico para usinas eólicas faz parte da estratégia do governo federal em incentivar a produção de energias alternativas. Hoje, o Brasil possui apenas 247 megawatts (MW) produzidos de usinas eólicas, apesar de uma potencial identificado de 140 mil MW. Segundo Lobão, a idéia do governo é estimular novos projetos, principalmente no Nordeste e no Rio Grande do Sul, onde estão os melhores ventos para geração eólica.</p>
	<p class="MsoNormal">
	<p class="MsoNormal">Enquanto o leilão não é realizado, o executivo contou que o Ministério de Minas e Energia (MME) tem recebido empresas interessadas em novos empreendimentos com a fonte. Lobão revelou que uma chamada Asa Branca, companhia nacional associada a recursos estrangeiros, manifestou a intenção de construir um parque eólico de 4 mil MW em alto mar, no Ceará.</p>
	<p class="MsoNormal">
	<p class="MsoNormal">&#8220;O projeto já foi apresentado, agora depende dos investidores para viabilizá-lo. O que podemos fazer para ajudar é acelerar a aprovação da usina e disponibilizar recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para financiamento&#8221;, afirmou Lobão, acrescentando que a iniciativa é viável e que já existem empreendimentos semelhantes a este em operação na Europa.</p>
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		<item>
		<title>Conselho Monetário Nacional (CMN) autorizar o aumento da participação estrangeira no capital do maior banco brasileiro de 12,5% para 25%</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Jul 2008 17:21:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gumelo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>

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		<description><![CDATA[	O crescente interesse do investidor estrangeiro no Banco do Brasil fez o Conselho Monetário Nacional (CMN) autorizar o aumento da participação estrangeira no capital do maior banco brasileiro de 12,5% para 25%. O pedido para a mudança foi feito pela própria instituição, já que o porcentual das ações do banco nas mãos de estrangeiros estava [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p class="MsoNormal">O crescente interesse do investidor estrangeiro no Banco do Brasil fez o Conselho Monetário Nacional (CMN) autorizar o aumento da participação estrangeira no capital do maior banco brasileiro de 12,5% para 25%. O pedido para a mudança foi feito pela própria instituição, já que o porcentual das ações do banco nas mãos de estrangeiros estava chegando ao limite previsto nas regras anteriores.</p>
	<p class="MsoNormal">&#8220;Com o aumento do interesse dos investidores estrangeiros, a expectativa é que os 12,5% não sejam mais suficientes&#8221;, explicou o chefe do Departamento de Organização do Sistema Financeiro do Banco Central, Luiz Edson Feltrin. Dados de maio mostram que estrangeiros detêm 11,1% do capital do BB, porcentual muito próximo ao teto das regras antigas. O texto aprovado é uma proposta de decreto presidencial.</p>
	<p class="MsoNormal">
	<p class="MsoNormal">O pedido do BB acontece como preparativo para a nova oferta de ações ao mercado que deve ser realizada pelo banco até junho de 2009. Atualmente, a instituição tem 21,7% do capital negociado na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). Mas pelas regras do Novo Mercado, o banco precisa ter, no mínimo, 25% do capital em mercado até o meio de 2009.</p>
	<p class="MsoNormal">
	<p class="MsoNormal">Diante dessa necessidade e com o interesse dos estrangeiros, a direção do BB optou por pedir o aumento da autorização para que investidores não-residentes possam adquirir volume desejado de papéis na operação que deve ser realizada nos próximos meses.</p>
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		<item>
		<title>Votorantim vai sair dos atuais 25 milhões de toneladas para 39 milhões de toneladas em 2011</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Jul 2008 17:20:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gumelo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<category><![CDATA[Cimento]]></category>

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		<description><![CDATA[	A Votorantim Cimentos (VC) anunciou segunda-feira (30) uma segunda onda de investimentos no País, apenas onze meses depois de tirar do papel um plano de expansão de R$ 1,7 bilhão. Desta vez, a companhia vai investir R$ 1,5 bilhão em mais quatro novas fábricas em São Paulo, Paraná, Mato Grosso e Distrito Federal. &#8220;O mercado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p class="MsoNormal">A Votorantim Cimentos (VC) anunciou segunda-feira (30) uma segunda onda de investimentos no País, apenas onze meses depois de tirar do papel um plano de expansão de R$ 1,7 bilhão. Desta vez, a companhia vai investir R$ 1,5 bilhão em mais quatro novas fábricas em São Paulo, Paraná, Mato Grosso e Distrito Federal. &#8220;O mercado vem crescendo a taxas maiores do que a que imaginávamos&#8221;, afirma o presidente da VC, Walter Schalka. &#8220;Essa é uma resposta direta às necessidades dos nossos clientes e uma clara resposta à sociedade de que o cimento não será limitador do crescimento do País.&#8221;</p>
	<p class="MsoNormal">
	<p class="MsoNormal">Com as novas unidades, a capacidade de produção da Votorantim vai sair dos atuais 25 milhões de toneladas para 39 milhões de toneladas em 2011, quando todas as novas fábricas (incluindo as da primeira fase) já estarão em operação. É o maior investimento - R$ 3,2 bilhões - já feito pelo grupo em cimentos, se somadas as duas fases. Graças ao boom do mercado imobiliário e às obras de infra-estrutura, o Brasil deve consumir neste ano 50 milhões de toneladas, 11% a mais que no anterior.</p>
	<p class="MsoNormal">O volume surpreendeu os fabricantes de cimento. A própria Votorantim havia estimado um crescimento de 9%. Em 2008, o consumo per capta deve ser o maior da história do País, superando o recorde de 1998. Para os próximos anos, a companhia espera crescimento entre 7% e 8%.</p>
	<p class="MsoNormal">
	<p class="MsoNormal">A situação chegou a tal ponto que faltou cimento em alguns mercados. O Brasil até tinha capacidade de fabricação, mas ela não estava disponível. Para evitar problemas, a VC foi obrigada a levar cimento do Sergipe para o Mato Grosso, um dos Estados onde o consumo de cimento cresce acima da média brasileira. &#8220;Estamos tomando medidas caras para evitar o desabastecimento&#8221;, diz o executivo, referindo-se ao alto custo da logística no segmento.</p>
	<p class="MsoNormal">
	<p class="MsoNormal">A companhia também teve de reativar fábricas que não funcionavam há anos, como a de Cocalzinho, em Goiás, que entrou em operação em abril deste ano, depois de ficar 14 anos parada, e a da cidade gaúcha de Pinheiro Machado.</p>
	<p class="MsoNormal">
	<p class="MsoNormal">Embora o cenário seja favorável, a decisão de fazer o novo investimento foi delicada. A ameaça da inflação foi tema recorrente nas reuniões do Conselho de Administração do grupo Votorantim. &#8220;Há algumas nuvens no horizonte. E a inflação é uma delas. Cada vez que o preço dos alimentos sobe, sobra menos dinheiro para as outras coisas. Entre elas, a casa própria&#8221;, explica Schalka. &#8220;Outra preocupação é a falta de infra-estrutura para fazer isso acontecer. Não existe fábrica de cimento sem estrada, energia e portos.&#8221;</p>
	<p class="MsoNormal">
	<p class="MsoNormal">O executivo levantou ainda um terceiro ponto, que transformou-se numa questão sensível para quase todos os setores da economia, inclusive o da construção civil. Trata-se da falta de mão-de-obra. Faltam profissionais em todas as áreas - desde pedreiros até engenheiros. A disputa das construtoras por eles está criando até uma alta inflação de salários no setor.</p>
	<p class="MsoNormal">
	<p class="MsoNormal">O apagão de mão-de-obra é grave e levou a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) a capitanear um programa para treinar 5 milhões de trabalhadores. O projeto foi apresentado à Casa Civil em fevereiro. Um programa piloto deve começar a funcionar até o fim deste ano. As empresas do setor têm seus projetos internos de formação, mas têm se mostrado insuficientes para acompanhar o ritmo de crescimento da construção.</p>
	<p class="MsoNormal">
	<p class="MsoNormal">Governo - A aposta da Votorantim, embora seja de risco, foi considerada necessária pelos acionistas. Por ser líder de mercado, com 40% das vendas de cimento do País, a companhia não queria ser responsabilizada por desabastecimento. &#8220;O governo federal (Casa Civil e Ministério da Fazenda) e alguns estaduais têm nos solicitado isso&#8221;, revela Schalka.</p>
	<p class="MsoNormal">
	<p class="MsoNormal">O executivo diz que, por isso mesmo, tem tido apoio do governo, seja para abrir estradas, resolver problemas de portos e de energia. As fábricas de cimento ficam em regiões isoladas dos grandes centros.</p>
	<p class="MsoNormal">
	<p class="MsoNormal">O consumo per capta de cimento no Brasil ainda é baixo se comparado ao de outros países da América Latina. Hoje ele é de 261 quilos por habitante. Se o consumo e a população crescerem como previsto, a expectativa é que o nível de 2011 seja parecido como o da Argentina, Chile e México. Para ter uma idéia, na China - que consome metade do cimento produzido no mundo, ou 26 vezes mais que o Brasil -, o índice é de espantosos 1200 quilos por habitante.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) adiou por prazo indeterminado o fim dos celulares analógicos</title>
		<link>http://meubolso.com/agencia-nacional-de-telecomunicacoes-anatel-adiou-por-prazo-indeterminado-o-fim-dos-celulares-analogicos/</link>
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		<pubDate>Tue, 01 Jul 2008 17:19:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gumelo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>

		<category><![CDATA[anatel]]></category>

		<category><![CDATA[celulares]]></category>

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		<description><![CDATA[	A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) adiou por prazo indeterminado o fim dos celulares analógicos. A previsão da agência era de que esses celulares, que são cerca de 11 mil em todo o país, só funcionariam até esta segunda-feira (30), mas a Anatel decidiu suspender temporariamente a decisão para evitar que os usuários desse serviço [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p class="MsoNormal">A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) adiou por prazo indeterminado o fim dos celulares analógicos. A previsão da agência era de que esses celulares, que são cerca de 11 mil em todo o país, só funcionariam até esta segunda-feira (30), mas a Anatel decidiu suspender temporariamente a decisão para evitar que os usuários desse serviço ficassem sem comunicação. As empresas de telefonia são obrigadas a trocar, de graça, o aparelho analógico por um celular digital, mas estão encontrando dificuldade para substituir as redes e todas as antenas antigas.</p>
	<p class="MsoNormal">A sobrevida dada aos celulares analógicos está em ato da Anatel, publicado nesta segunda no Diário Oficial da União. A medida vale enquanto durar o processo de consulta pública de uma outra proposta, que é a de substituir, dentro de um ano, os telefones fixos de áreas remotas do País, chamados de Ruralcel e Ruralvan. Esses telefones também são analógicos e, apesar de serem fixos, usam as redes da telefonia celular. Não há data prevista para o fim deste processo de consulta pública.</p>
	<p class="MsoNormal">
	<p class="MsoNormal">Para tomar a decisão de prorrogar o prazo, a Anatel considerou também o fato de que existem antenas analógicas da telefonia celular em lugares que não são cobertos pela tecnologia digital e, portanto, não poderiam ser desativadas até que fossem substituídas por outras, de tecnologia digital. O objetivo da Anatel é garantir que a migração ocorra sem transtornos aos usuários. O maior problema dos celulares analógicos é que eles são mais suscetíveis a fraudes, como a clonagem. Hoje há no país um total de 130 milhões de celulares em operação.</p>
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		<title>Não queremos tirar royalties de ninguém, mas queremos discutir os recursos</title>
		<link>http://meubolso.com/nao-queremos-tirar-royalties-de-ninguem-mas-queremos-discutir-os-recursos/</link>
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		<pubDate>Tue, 01 Jul 2008 17:17:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gumelo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[	&#8220;Não queremos tirar royalties de ninguém, mas queremos discutir os recursos do pré-sal. A ambição do País tem de ser maior. Não pode ser uma distribuição tradicional porque mudou-se de patamar&#8221;.
	
	Segundo Dilma, é preciso pensar nos recursos do pré-sal como instrumento de investimento em educação, por exemplo, como ocorre na Noruega.
	
	O pré-sal é uma camada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p class="MsoNormal">&#8220;Não queremos tirar royalties de ninguém, mas queremos discutir os recursos do pré-sal. A ambição do País tem de ser maior. Não pode ser uma distribuição tradicional porque mudou-se de patamar&#8221;.</p>
	<p class="MsoNormal">
	<p class="MsoNormal">Segundo Dilma, é preciso pensar nos recursos do pré-sal como instrumento de investimento em educação, por exemplo, como ocorre na Noruega.</p>
	<p class="MsoNormal">
	<p class="MsoNormal">O pré-sal é uma camada de reservatórios que se encontram no subsolo do litoral do Espírito Santo a Santa Catarina, ao longo de 800 quilômetros, em lâmina d’água que varia entre 1,5 mil e 3 mil metros de profundidade e soterramento (área do subsolo marinho que terá de ser perfurada) entre 3 mil e 4 mil metros.</p>
	<p class="MsoNormal">
	<p class="MsoNormal">Tupi é considerada um megacampo de petróleo, com um volume estimado entre 5 bilhões e 8 bilhões de barris. O óleo está em uma área muito profunda, sob uma camada de sal, abaixo do leito marinho.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>União Européia habilitou os estados do Paraná e de São Paulo a exportarem carne bovina</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Jul 2008 17:16:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gumelo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

		<category><![CDATA[União Européia]]></category>

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		<description><![CDATA[	União Européia habilitou os estados do Paraná e de São Paulo a exportarem carne bovina in natura para os países que a integram. A medida é conseqüência de decisão da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), que reconheceu os dois estados como áreas livres de aftosa com vacinação, e foi comunicada nesta segunda-feira (30) Secretaria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p class="MsoNormal">União Européia habilitou os estados do Paraná e de São Paulo a exportarem carne bovina in natura para os países que a integram. A medida é conseqüência de decisão da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), que reconheceu os dois estados como áreas livres de aftosa com vacinação, e foi comunicada nesta segunda-feira (30) Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura.</p>
	<p class="MsoNormal">
	<p class="MsoNormal">A decisão tomada pelo Comitê Veterinário Permanente da DG-Sanco órgão responsável pela saúde animal na União Européia será publicada no jornal oficial do bloco econômico em julho.</p>
	<p class="MsoNormal">
	<p class="MsoNormal">O secretário de Defesa Agropecuária, Inácio Kroetz, disse esperar que, até o final de julho, Mato Grosso do Sul também obtenha o reconhecimento da OIE. Com isso, o Ministério da Agricultura poderá reivindicar a inclusão do estado entre as regiões habilitadas a exportar carne para o bloco europeu, explicou Kroetz.</p>
	<p class="MsoNormal">
	<p class="MsoNormal">Para que os dois estados possam efetivamente exportar carne para a região, a Secretaria de Defesa Agropecuária iniciará auditoria em propriedades de criação de bovinos do Paraná e de São Paulo que fazem parte da base de dados do Sistema de Rastreabilidade da Cadeia Produtiva de Bovinos e Bubalinos (Sisbov).</p>
	<p class="MsoNormal">
	<p class="MsoNormal">Até o comunicado desta segunda, apenas os estados de Minas Gerais, Goiás, Rio Grande do Sul, Mato Grosso, Espírito Santo e Santa Catarina estavam habilitados a exportar carne bovina para a União Européia.</p>
	<p class="MsoNormal">
	<p class="MsoNormal">O bloco embargou as importações de carne bovina brasileira no dia 31 de janeiro e, desde então, várias missões européias vieram ao país para verificar as condições sanitárias do gado brasileiro e o controle de sua origem, ou rastreabilidade. Ainda são poucas (menos de 100), as propriedades autorizadas a exportar carne bovina para lá.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Papéis de empresas ligadas ao setor aéreo lideraram as perdas do Ibovespa</title>
		<link>http://meubolso.com/papeis-de-empresas-ligadas-ao-setor-aereo-lideraram-as-perdas-do-ibovespa/</link>
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		<pubDate>Tue, 01 Jul 2008 17:15:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gumelo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[	Papéis de empresas ligadas ao setor aéreo lideraram as perdas do Ibovespa entre janeiro e junho deste ano. As ações preferenciais da Gol apresentaram o maior índice de desvalorização: 58,8%. Já os papéis ordinários da Embraer figuraram na 3ª posição, com queda de 45,8% no acumulado do ano.
	
	A analista da Link Corretora, Maria Teresa Azevedo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p class="MsoNormal">Papéis de empresas ligadas ao setor aéreo lideraram as perdas do Ibovespa entre janeiro e junho deste ano. As ações preferenciais da Gol apresentaram o maior índice de desvalorização: 58,8%. Já os papéis ordinários da Embraer figuraram na 3ª posição, com queda de 45,8% no acumulado do ano.</p>
	<p class="MsoNormal">
	<p class="MsoNormal">A analista da Link Corretora, Maria Teresa Azevedo, explica que cerca de 40% dos custos totais das companhias áreas são referentes a querosene de aviação (QAV). &#8220;A Petrobras mantém uma política mensal de reajuste de preços - todo dia 1º de cada mês. Desde o começo deste ano até o reajuste promovido em 1º de junho, o preço do querosene de aviação subiu 31%, reflexo da valorização do petróleo de quase 50%. O não repasse integral do aumento dos custos acaba pressionando as margens da companhia&#8221;, afirma. Hoje, a Petrobras anunciará novo reajuste nos preços do querosene de aviação, de 3,7%, acumulando alta de 35,32% no ano.</p>
	<p class="MsoNormal">Já as ações da Embraer, além de repercutirem indiretamente a alta do petróleo, também foram afetadas pela desvalorização do dólar, segundo Maria Teresa. &#8220;Os custos da Embraer são contabilizados em real, enquanto as receitas são em dólar&#8221;.</p>
	<p class="MsoNormal">Quanto aos danos causados pela desvalorização do petróleo, a analista da Link Corretora explica que uma crise no setor leva as companhias aéreas a suspenderem seus planos de expansão e renovação de frota. &#8220;Em contrapartida, para tentar driblar a crise, as empresas precisam aumentar a taxa de ocupação por meio da utilização de aeronaves de menor porte. Como a Embraer é fabricante de aeronaves de médio e pequeno porte, a empresa tende a se beneficiar neste contexto&#8221;, afirma Maria Teresa.</p>
	<p class="MsoNormal">Para completar o ranking das três maiores quedas do Ibovespa, as ações ordinárias da Rossi Residencial ocuparam o segundo lugar, com queda de 46,7% no ano. Os papéis foram bastante penalizados pela divulgação dos resultados financeiros, referentes ao primeiro trimestre de 2008. Na opinião de alguns analistas, o mercado não gostou de pontos como aumento dos custos e despesas administrativas.</p>
	<p class="MsoNormal">
	<p class="MsoNormal">Vale ressaltar que a Rossi passou a adotar, a partir do primeiro trimestre de 2008, melhores práticas contábeis em conformidade com as normas internacionais. Esse fato gerou grande impacto nos resultados e diferença nas projeções do mercado.</p>
	<p class="MsoNormal">
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		<title>O interesse da Vale pelo grupo Paranapanema, foi recebido com restrições pelo mercado</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Jul 2008 17:14:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gumelo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<category><![CDATA[Vale]]></category>

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		<description><![CDATA[	Enquanto o mercado financeiro aguarda o anúncio da Vale da compra de um ativo de peso no exterior (as apostas mais firmes recaem sobre a Anglo American, de capital britânico e sul-africano), a mineradora brasileira vem negociando uma aquisição bem mais modesta no Brasil. Segundo fontes, o alvo seria a Paranapanema, holding que controla a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p class="MsoNormal">Enquanto o mercado financeiro aguarda o anúncio da Vale da compra de um ativo de peso no exterior (as apostas mais firmes recaem sobre a Anglo American, de capital britânico e sul-africano), a mineradora brasileira vem negociando uma aquisição bem mais modesta no Brasil. Segundo fontes, o alvo seria a Paranapanema, holding que controla a Eluma e a Caraíba Metais, ligadas ao cobre, a Cibrafértil, de fertilizantes, e a Taboca-Mamoré, de estanho e minerais industriais.</p>
	<p class="MsoNormal">
	<p class="MsoNormal">A Paranapanema é controlada pela Previ - fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil que divide com Bradespar e a trading japonesa Mitsui o controle da Vale. Fontes revelam que o problema da aquisição, que já havia sido ventilada anteriormente, sempre esbarrou na questão do preço. As especulações em torno do interesse da Vale cresceram após a Paranapanema conseguir reestruturar sua dívida, que gira em torno de R$ 1,2 bilhão.</p>
	<p class="MsoNormal">
	<p class="MsoNormal">Recentemente, a Previ contratou o banco UBS para encontrar um comprador para o ativo. Durante o encontro de conselheiros promovido em junho pela Previ, na Bahia, o diretor de participações da entidade, Joilson Rodrigues Ferreira, admitiu o interesse da fundação em vender a Paranapanema. Mas a dúvida do fundo de pensão é se a empresa seria vendida inteira ou separadamente.</p>
	<p class="MsoNormal">
	<p class="MsoNormal">O interesse da Vale pelo grupo, porém, foi recebido com restrições pelo mercado. Na avaliação de analistas, a empresa apresenta estrutura financeira e porte pouco compatíveis com os da mineradora e exigiriam grande esforço de gestão. Mesmo assim, com valor de mercado em torno de R$ 1,5 bilhão, a aquisição da Paranapanema pode confirmar o interesse da Vale em manter seu processo de crescimento com consolidação ainda com ativos dentro do País. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.</p>
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		<title>Empresas decretam o fim da era da energia barata</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Jul 2008 17:13:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gumelo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<category><![CDATA[petroleo]]></category>

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		<description><![CDATA[	Empresas decretam o fim da era da energia barata e alertam que a política, não a geologia, está por trás dos preços altos. Ontem, em Madri, as principais multinacionais e governos deixaram claro que não há consenso sobre como lidar com a alta nos preços do petróleo. Para os governos, a solução seria regular mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p class="MsoNormal">Empresas decretam o fim da era da energia barata e alertam que a política, não a geologia, está por trás dos preços altos. Ontem, em Madri, as principais multinacionais e governos deixaram claro que não há consenso sobre como lidar com a alta nos preços do petróleo. Para os governos, a solução seria regular mais os mercados. Na avaliação das empresas, não existe uma &#8220;bolha especulativa&#8221; e a culpa não seria do mercado financeiro. Enquanto isso, o barril do produto chegava a US$ 143,00 em Nova York, novo recorde.</p>
	<p class="MsoNormal">
	<p class="MsoNormal">Na abertura do Congresso Mundial de Petróleo, ontem, o presidente da BP, Tony Hayward, alertou que a indústria simplesmente não está acompanhando a demanda, principalmente na China e Índia. Para complicar, decisões políticas de países produtores estariam ajudando a elevar os preços. &#8220;Os problemas estão no solo, não no subterrâneo&#8221;, afirmou.</p>
	<p class="MsoNormal">
	<p class="MsoNormal">Ingleses e americanos vêm pressionando a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) a abrir as torneiras. O ministro do Petróleo do Catar, Abdullah bin Hamad al-Attiyah, rejeitou a culpa pelos problemas. &#8220;Não há falta de petróleo&#8221;, disse. A Opep e vários governos preferem culpar os especuladores. Mas a BP classifica isso de &#8220;mito&#8221;. &#8220;Não existe bolha?, afirmou Hayward.</p>
	<p class="MsoNormal">
	<p class="MsoNormal">O presidente da Repsol, Antonio Brufau, seguiu a mesma linha. O presidente da Shell, Jeroen Van der Veer, também acusou de simplista culpar apenas o mercado pela alta. A Goldman Sachs também rejeitou a tese da especulação. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.</p>
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